Lúcia Helena:
Foste, Luz Grega, a mais sacra e maldita luz. No entanto, não posso condená-la, pois seria pecado. Dos maiores. Mas amá-la seria autolesão. Não te dou perdão. Busque-o à cruz.
Parte minha agradece pelo muito que me teve ferido. Fez-me reconhecer a Luz em meu coração. Maldita e a mais bendita de todas, Luz.
Só posso deixar um pequeno recado Àquela que me há jogado uma maldição E me alimentado com leite e cuscuz:
Tudo o que me teve infligido É hoje combustível de herdada convicção: “Verde anil amarelo cor de rosa e carvão”.
RFZ