Simulacra.ias e simulacraiações

Sobrevivo no escuro Em meio a escombros Fugindo dos homens E seus “malassombros” Desejando seu fim E aguardando seu tombo

Não é por maldade Meu veneno na presa Contra sua crueldade É minha defesa Você se afasta E eu saio ilesa

Visto armadura De placas de Bronze Pra aguentar a “pisada” Do passo do homem Sua dor é minha sina E Lacra.ia é me nome